Regressavam agora à casa cor-de-rosa dois a dois de mãos dadas e felizes por visitar uma escola de "pessoas grandes". Um deles, após ter olhado para a fachada da nossa escola como quem olha para um gigante com atenção, pensou uns segundos, olhou para mim e perguntou: “onde é o teu quarto?”
Sem palavras, mudei de assunto; a conversa continuou e o Manuel continuou sem perceber que era um caso especial dos meninos da sua idade e que a minha escola não era também a minha casa de todas as horas. Mas ainda hoje estivemos novamente juntos. Continua despreocupado… crescendo todos os dias e desejando um dia poder ocupar a escola “das pessoas grandes”, apesar de já o ser, como costuma dizer.
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